Muita coisa sobre CSS, HTML, Javascript, Search engine optimization (seo), padrões e web
31 Jul
Essa semana começou a funcionar um novo site de buscas, o Cuil. Segundo seus criadores, e segundo números na página inicial, o site possui indexado 121,617,892,992 de páginas. Sim, bilhões.

Mas, fazendo alguns testes, não sei se fez tanta diferença assim possuir tantas páginas indexadas. Ele não soube, por exemplo, me responder de forma rápida e clara qual a capital do Brasil.
Provavelmente isso se deve ao fato de o sistema do Cuil ser diferente do utilizado pelo Google. O Google procura os sites que possuem aquela palavra-chave procurada e mostra os mais relevantes, que ele definiu a partir de alguns algoritmos bobos dele.
O Cuil faz diferente, encontra os sites que possuem a palavra-chave e depois procura entender o conteúdo para verificar se é válido com o que eu procuro ou não. Isso parece interessante, mas é algo difícil de se fazer com muito conteúdo.
Se você estivesse em uma biblioteca de informática, esse tipo de análise poderia retornar bons resultados. Mas na internet, onde a quantidade de informações é muito grande e variada, o sistema não pode simplesmente supor que eu deseje ler sobre a “Capital brasileira da Cultura” ao invés de “Brasília”, que era o que eu desejava.
Foi uma escolha precipitada, mas, que deverá ser corrigida com o tempo pelos pais do sistema, através de análises de resultados obtidos com sucesso dos usuários ou algo parecido.
O que achei interessante no novo sistema foi a forma como o resultado é exibido. Ao contrário com Google, que lista os resultados um abaixo do outro, o Cuil mostra em duas ou três colunas.
Outra coisa interessante é a exibição do logo do site ao lado do link. Isso pode influenciar na decisão do usuário na hora do clique. Dessa forma, sites que manipulem os sistemas de busca, podem receber menos cliques se um resultado ao lado ou abaixo possuir um logo de um grande portal, como UOL, Terra ou Folha Online, por exemplo.
O que mais gostei, entretanto, é a divisão de categoria que o sistema propõe a você. Por exemplo, em uma busca por “Ruby on Rails” ele separou os resultados entre as categorias Ruby Programming Language, Web application entre outras. Isso auxilia você a recuperar resultados mais válidos ou até mesmo a encontrar o que de fato deseja pesquisar.
O sistema já possui uma grande base, mas precisa melhorar nos resultados. Acho que tem futuro, mas o Google ainda é bem superior.
29 Jul
Para quem nunca ouviu, Adobe Air é um runtime que permite o desenvolvimento de aplicações para desktop utilizando-se de linguagens comumente usada na Web. Ou seja, usando HTML e Javascript pode-se criar uma aplicação e instalar em um computador sem depender de um browser.
Além de usar HTML e Javascript (e por incrível que pareça CSS), você ainda pode usar Flash e Flex, ambos produtos da Adobe.
O legal disso tudo é que, dependendo do que você está desenvolvendo, pode ir testando diretamente no Firefox, para depois executar através do Air.
No próprio site do produto, há uma comparação entre aplicações para Navegador x Desktop. Segundo eles, o Adobe Air não deve substituir o browser, mas apenas complementá-lo, permitindo que se use tudo que o browser oferece acrescentando as vantagens de integração com o desktop e a possibilidade de usar um banco de dados local.
Vale a pena dar uma estudada no Adobe Air. Para mim, é algo que promete no futuro.
Veja algumas aplicações feitas com o Air.
31 Jan
Quem nunca acessou o Zip.net ou não teve uma conta no Zipmail é porque começou a navegar na internet recentemente. Mas quem é mais antigo sabe que um dos principais portais e webmail da época do estouro da bolha na internet (1999-2001) foi o Zip.net, comprado depois pelo UOL.
Naquela época o Zip dispunha de 2MB 1MB de espaço para e-mails e, da mesma forma que hoje todo mundo tem um e-mail qualquer, naquela época todo mundo tinha um @zipmail.com.br.
Infelizmente, após o UOL adquirir o portal e as contas de e-mail, o site foi largado às moscas. Porém, agora ele está revivendo. A página principal do portal foi alterada e novas áreas foram criadas, incluindo um bate-papo.
O espaço mais que multiplicou: passou dos 2MB para 4GB. E a maior surpresa é o novo webmail à la web 2.0.
As funcionalidades do Webmail ainda não são tão variadas como as do Gmail, por exemplo, mas ao meu ver está ficando muito bom. Por estar em fase de teste, de tempos em tempos aparece uma nova funcionalidade ou um algum bug foi resolvido.
Acredito que o Zipmail não voltará a ser o que já foi um dia, pelo grande tempo que ficou morto. Mas tem grande chance de derrubar algum concorrente no mercado de e-mails grátis.
Leia mais sobre o Zip.net e Zipmail na Wikipédia.
16 Nov
Você quer ter um site que apareça no topo das buscas do Google, Yahoo ou MSN Search? Eu também. Muitos querem. Sabemos que a concorrência é grande e que alguns perdem a cabeça e partem para a ignorância, desenvolvendo os sites ou blogs para os robôs de busca e não para o usuário.
O Google está inteligente o suficiente para identificar aqueles que criaram o site para ele e aqueles que focaram no usuário. Isso faz diferença no ranking. Você pode ficar por algum tempo nas primeiras posições, mas não ficará muito por lá.
E lembre-se, os usuários não são robôs. Se eles entrarem em seu site, vão logo sair por não encontrarem de fato o que procuram.
Por isso, segue alguns conselhos:
H1. Se sua página possuir muitos títulos, use até o h6, levando em conta o peso de cada um deles. Caso contrário, o Google (e espero que outros buscadores) passa a considerar seu H1 como um simples p.table para criar templates e pára de usar onde era para continuar. Se você tem uma tabela, use então table e não um amontoado de div com um amontoado de regras CSS.O mais importante de tudo, pelo menos para mim, é ter um site ou blog porque gosta, não porque quer apenas lucrar com ele. Dessa forma ele não passa a ser uma obrigação ou um estorvo e sim uma distração e até mesmo uma biblioteca para futuras consultas.
1 Nov
Enquanto o Google usa nossa mão-de-obra barata para melhorar o sistema de busca por imagens e até o sistema de tradução, tem alguns crackers que a estão usando para o mal.
Eles aproveitam da inocência - nem tanta - dos homens em querer ver um striptease, simplesmente digitando algumas palavras - os testes captcha - para conseguir registrar alguns e-mails.
Os crackers utilizam captchas reais, do Yahoo!, para cadastro de e-mails. Com isso eles conseguem criar e-mails automaticamente, e em grandes quantidades, principalmente para o envio de spam.
Acredito que no futuro isso será usado para criar robôs com inteligência artificial, que aprenderão a identificar as letras e números conforme histórico deixado pelos homens. Aí teremos que criar outro tipo de segurança.