Usuário Windows demonstrando uma grave falha presente em TODAS as distribuições linux existentes, desde a versão “0.1 Beta RC1” até a 2.6.X do Kernel.
Nossa, já estou trocando meu Linux para o Windows… Seguuuuuuro!!!!
Pronto, deixando a ironia de lado, segue comentário que envie (não sei se entrou na lista, pois é preciso aprovação do autor):
HAHAHAHAHA
Você deve ter sido o tipo de cara que pressionava “ALT + F4” para ganhar “@” no IRC. Isso é, se chegou a usar IRC.
Usuário que digita “rm -rf /”, como ROOT, merece o resultado final.
Abraços
Procurando uma string em diversos arquivos
Tenho utilizado bastante SSH para desenvolvimento de um projeto e várias vezes tenho a necessidade de procurar por alguma função ou string qualquer em diversos arquivos.
Meu editor no Windows faz isso, mas não quando os arquivos estão em FTP, apenas local. Portanto tenho que fazer a busca via SSH, o que não é das piores coisas. Diria que é até melhor e mais rápido.
Utilizo um “juntado” de find com grep:
find ./ -name "*.php" -print0 | xargs -0 grep "nomeFuncao"
Isso vai procurar nomeFuncao em todos os arquivos php do projeto. Simples e rápido. Se quiser guardar o resultado em algum arquivo, utilize >>:
find ./ -name "*.php" -print0 | xargs -0 grep "nomeFuncao" >> resultado.txt
Google Chrome vai acabar com todos
Há um bom tempo venho usando o Chrome diariamente para as mais diversas tarefas. Seja apenas para navegar, ou para debugar erros de Javascript ou HTML. E posso dizer com toda certeza: se continuar a evoluir do jeito que está evoluindo, torço para que ele acabe com o Internet Explorer e, inclusive, com o Firefox.
Comecei a usar o Chrome pois era a única opção que restava. Depois que o Firefox começou a ficar extremamente guloso em memória, dar umas travadas quando eu começava a digitar o endereço, ou levava cerca de 5 minutos para se auto-destruir — quando eu fechava o FF ele continuava com a memória alocada durante uns 5-10 minutos — chegou a hora de experimentar outro navegador.
O Opera já havia testado há algum tempo atrás, mas não é um navegador que eu goste. Muito cheio de firulas, e dá problema em vários sites, sejam eles W3C ou não.
Nem preciso dizer sobre o IE, né? O terror de qualquer webmaster que tenha um pouco de dignidade.
O Chrome estava em versão beta ainda, e mesmo assim resolvi arriscar. No início senti falta do Firebug e da plugin Webmaster Developer, mas depois de um tempo me acostumei com o próprio Firebug do Chrome, embora seja bem inferior ao do FF, ajuda bastante.
Há uma semana atrás surgiu o Chrome para Linux e estou vendo o quão mais rápido ele é. Dá de mil a zero no Firefox ou em qualquer outro navegador para o Linux. Assim como para o Windows. É impressionante. Tudo funciona nele. Tudo abre nele. E ele responde a tudo.
Massss, como nem tudo são rosas, ele tem um ponto fraco. Bem fraco. Flash e Java. O suporte aos dois ainda não é bom. Ambos chegam a consumir muita memória quando em execução, e o Java as vezes nem carrega.
Porém, o Google acertou ao deixar cada aba ou plugin sendo um processo. Dessa forma, não preciso fechar/matar o processo de todo o navegador, mas só da aba com problema. Isso poupa um bocado de tempo e deixa seu stress abaixo do normal.
Se você usa Linux, instale o Chrome. Não vai se arrepender.
Isso deve ser bem legal. Integração entre um terminal e o desktop. Mais informações: Terminal desktop integration. Via Alexandre Klostermann.
Google Chrome no Linux
Recebi um e-mail legal hoje: Google Chrome para Linux. Ainda é beta, mas é um grande passo.
Configurando teclado ABNT2 e resolução de tela no Debian
Instalei o Debian 5.0 — codnome lenny — em uma máquina virtual do VirtualBox. A imagem que usei foi a “netinst”, onde a imagem ISO tem uns 9 MB — instalação completa pela rede.
A instalação foi feita com sucesso, tirando o fato de, após iniciado o ambiente gráfico — gnome, por padrão — não conseguia reduzir a resolução de tela, que estava em mil duzentos e alguma coisa.
Procurei no Google e achei a seguinte solução:
:~$ su Password: :# cd /etc/X11 :# vim xorg.conf
Procure pelo código Section "Screen", e deixe parecido com isso:
Section "Screen"
Identifier "Default Screen"
Monitor "Configured Monitor"
SubSection "Display"
Modes "1024x768" "800x600" "640x480"
EndSubSection
EndSection
Aproveitando, se você estiver com o teclado configurado errado, procure por Section "InputDevide" e deixe parecido com isso:
Section "InputDevice" Identifier "Generic Keyboard" Driver "kbd" Option "XkbRules" "xorg" Option "XkbModel" "abnt2" Option "XkbLayout" "br" EndSection
O código acima serve para o teclado ABNT2 — com “ç”. Reinicie o ambiente gráfico ou o computador e veja se ficou certo!
As urnas utilizadas nas eleições do Brasil utilizam Linux. No vídeo é possível ver o momento da inicialização — boot — do sistema. Para mais fotos, acesse BR-Linux.